Coragem de Amar

Fotografia Maria Eunice Gerard


Será que, para amar, é necessário ter coragem? A pergunta, a princípio, parece sem propósito. Afinal, é tão natural amarmos aos nossos filhos, ao companheiro, à esposa, que longe está a necessidade de se ter coragem para isso.
Porém, e se mudarmos a pergunta: para aprender a amar, é necessário ter coragem? Será que precisamos de coragem para aprender a amar aqueles que ainda não amamos?
Conta-se que Madre Teresa de Calcutá, ao abandonar o convento, onde atuava como professora de jovens de famílias ricas, levou consigo apenas o hábito e as sandálias de religiosa, deixando tudo para trás.
Ao final de sua existência, tinha mais de quatrocentas casas erguidas pelo mundo, em nome do seu amor ao próximo, entre asilos, orfanatos, hospitais, escolas.
Certa feita, ao ser homenageada em uma solenidade, um dos convidados interpelou-a dizendo não saber como ela dispunha de coragem para fazer tudo o que fazia. E ela, tranquilamente, respondeu que não entendia como tantas cabeças coroadas tinham coragem de não fazer nada, frente a tanta miséria no mundo.
Albert Schweitzer era um jovem músico, consagrado nas mais famosas salas de concerto europeias, quando decidiu abandonar a carreira musical e cursar medicina.
Sonhava ele ajudar o próximo e elegeu a carreira médica como ferramenta de auxílio.
Deixou o conforto da fama e do reconhecimento ao seu talento musical para começar uma nova vida. Ao se formar, foi trabalhar no coração da África, numa região isolada e sem recursos.
Ao final de sua existência, havia sido reconhecido com um prêmio Nobel da Paz, e, em uma região onde nada havia, construiu um hospital que se expandira para mais de setenta prédios, com quinhentos leitos para internamento.
Não são poucos os exemplos que encontramos de pessoas que, com coragem, optam por amar àqueles que ainda não amam.
Jesus nos alerta que amar àqueles que nos são caros, até os maus o fazem. Porém é necessário ir além. É necessário aprender a amar àqueles que ainda temos dificuldades em amar, que ainda não aprendemos a amar.
Para esses, é necessário armar-se de coragem. Pois o amor ao próximo exige dedicação, esquecimento do orgulho, da vaidade, da presunção.
Podemos não ter a estrutura moral ou a coragem de Madre Teresa e de Albert Schweitzer, que deixaram marcas permanentes na História da Humanidade.
Mas já podemos deixar marcada a nossa presença, se nos decidirmos a amar ao próximo.
Podemos começar com o parente difícil, sempre disposto a fazer comentários e insinuações maldosas. Ou ainda com aquele vizinho sempre pronto a uma nova provocação.
Outras tantas vezes aprender a amar pode vir através da paciência que desenvolvemos diante das limitações de quem ainda não tem as mesmas capacidades que nós.
Ou que se mostra arrogante e pretensioso, com falsas capacidades que não possui.
Não há verdadeiramente um dia em nossa vida, onde não surja a oportunidade de aprender a amar.
Aprendamos com Jesus, Mestre Maior de todos nós, que não devemos nos contentar com o amor na intimidade do lar ou no relacionamento a dois.
Que possamos, a cada dia, armarmo-nos de coragem e exercitar o sentimento do amor ao próximo, na oportunidade que a vida nos oferecer.

Redação do Momento Espírita.
Em 28.11.2016.

As estações em nós

Fotografia Maria Eunice Gerard


Quando chega a primavera, ela se veste de flores, cores e perfumes.
O clima se faz propício para a reprodução das plantas.
Os animais comemoram brincando e trazendo mais vida e alegria.
As temperaturas vão aumentando gradualmente, as águas dos rios e do mar se aquecem.
A poesia nessa estação é inspirada pela variedade de cores que apresenta.
As pessoas ganham novas energias e se entusiasmam a cultivar seus jardins, hortas e pomares.
Tudo transpira liberdade e vida, amor e alegria, risos e brincadeiras.
O sol brilha aquecendo, e as plantas renascendo, se espreguiçam vaidosas.
É depois de um intenso período cinza e frio, que ela chega, intermediando o próximo verão.
Fica muito claro, nesse período, o ciclo das estações do ano: a primavera gargalhando vida, o verão trazendo o auge do seu esplendor, o outono permitindo a colheita dos frutos e o inverno se vestindo de neve e frio, declinando do ciclo mágico.

*   *   *

Assim como as estações se sucedem, em nossa vida também passamos por ciclos.
Podemos comparar a primavera com nosso renascimento, no planeta, com a infância despreocupada e a juventude plena de energia.
A maturidade pode ser comparada ao esplendor do verão, que se apresenta como a força da natureza em cada ser.
O outono significa aquele período especial das realidades particulares, na colheita dos plantios realizados. Também período em que podem ocorrer perdas significativas.
São os amores que partem, a pouco e pouco, amizades que demandam o grande lar.
E o inverno seria o decrescer das forças físicas, que desaceleram gradativamente.
Tempo de recolhimento e de meditação, tempo de analisar os anos transcorridos e formular planos para um novo período.
Importante que saibamos aproveitar cada ciclo, que entendamos a importância de cada estação, que tenhamos a sabedoria de usufruir, em totalidade, cada momento, como único e irrecuperável.
Em síntese: viver em totalidade.

*   *   *

Necessário tratarmo-nos como um templo divino que merece respeito, carinho, perdão e amor.
Autoconhecimento é a primavera florida e rica de recados para um futuro promissor.
Autotransformação é o rigor do verão dos aprendizados que temperam e equilibram, seguidos pela ruptura do outono, que recicla, por meio das perdas necessárias e inadiáveis.
Autoamor é o inverno, a busca permanente da alma em se recolher e se aquecer com o próprio calor, com os próprios recursos.
Somos nós com nós mesmos, nos destinos da vida.
Os ciclos da vida somente fluem quando celebramos a nossa história pessoal.
Não sejamos cópia de ninguém.
Cada um de nós nasce para florir e embelezar a vida de um modo único.
Meditemos a respeito. Saibamos florescer, dar frutos, nos permitir o colorir das nuances outonais, até alcançar a neve dos dias de inverno.
Vivamos cada estação com alegria, descobrindo-lhe a beleza, a ousadia, a oportunidade.
Não lamentemos os dias idos, nem choremos o ontem. A melhor estação é a que estamos vivendo.


Crédito:  Redação do Momento Espírita, com base no texto
Estações da alma no amadurecimento emocional,
de autoria ignorada.
Em 7.12.2016
.

Poema para Deus

Foto de Maria Eunice Gerard





Poema para Deus

Um dia, a alma desperta e se encanta com a manhã que se espreguiça no horizonte.

Sente-se como que a pairar acima e além da escala humana.

Então, se recorda ser filha de um Pai amoroso e bom. Recorda de um Criador que a tudo para todos provê.

E plena de gratidão, extravasa em versos sua alma:

Deus, inteligência das inteligências, causa das causas, lei das leis, princípio dos princípios, razão das razões, consciência das consciências.

Bem tinha razão Isaac Newton ao descobrir-se, toda vez que pronunciava Vosso Nome.

Deus, Pai bondoso, eu vos encontro na natureza, Vossa filha e nossa mãe.

Eu vos reconheço, Senhor, na poesia da Criação, no vento que dedilha harmonias na cabeleira das árvores.

Nas cores que se apresentam tão diversificadas em matizes e gradações.

Nas águas que rolam, silentes, em córregos minúsculos, nas cachoeiras que se lançam, ruidosas, de alturas consideráveis, no verdor da grama que atapeta o jardim e as praças.

Reconheço-vos, Pai, na flor dos jardins e pomares, na relva dos vales, no matiz dos campos, na brisa dos prados.

Senhor, eu vos encontro no perfume das campinas, no murmúrio das fontes, no rumorejo das menores ramificações das copas das árvores.

Também vos descubro na música dos bosques, na placidez dos lagos, na altivez dos montes, na amplidão dos oceanos, na majestade do firmamento.

Eu vos vejo, Senhor, na criança que sorri, brinca, pula e distribui alegrias, provocando risos.

Eu vos reconheço, Pai, no ancião que anda lento, que tropeça. Mas, sobretudo, na inteligência que ele revela, resultado de suas experiências bem vividas.

Eu vos descubro no mendigo que implora, na mão que assiste, na mãe que vela, no pai que instrui, no apóstolo que evangeliza.

Deus! Reconheço-vos no amor da esposa, no afeto do filho, na estima da irmã, na misericórdia indulgente.

E vos encontro, Senhor, na fé do que a tem, na esperança dos povos, na caridade dos bons, na inteireza dos íntegros.

Reconheço-vos, Senhor, na inspiração do poeta, na eloquência do orador, na criatividade do artista.

Também vos encontro na sabedoria do filósofo, na intelectualidade do estudioso, nos fogos do gênio!

E estais ainda nas auroras polares, no argênteo da lua, no brilho do sol, na fulgência das estrelas, no fulgor das constelações.

Deus! Reconheço-vos na formação das nebulosas, na origem dos mundos, na gênese dos sóis, no berço das humanidades, na maravilha, no esplendor, no sublime do infinito!

Por fim, entendo, com Jesus, quando ora:

Pai nosso, que estais nos céus...

Ou com os anjos quando cantam: Glória a Deus nas alturas...


Créditos: Redação do Momento Espírita, com base em
poema de Eurípedes Barsanulfo, do livro 
O homem e a missão, de Corina Novelino,
 ed. IDE.

Em 9.12.2016

Começando Novo Ano


 




 
Aproximava-se o Ano Novo.
Aquele homem, desiludido e desacorçoado frente às dificuldades da vida, busca orientações junto a um sábio:
Senhor, eu me encontro sem vontade de viver neste mundo de tantos horrores e desilusões. Espero dia após dia e nenhuma melhora acontece em minha vida.
Parece que o mundo está todo contra mim. Resolvi que se, nesse novo ano, nada mudar comigo, desistirei de viver...
O sábio o deixou desabafar para melhor conhecer seu interior. Depois se manifestou:
Meu filho, de fato, um novo ano representa nova chance, novo recomeço...
Deus é tão bom que nos permite oportunidades novas, em menores ou maiores escalas.
Todos sonhamos com mais facilidades para ascender na vida, mas ao mesmo tempo, nós mesmos criamos várias dificuldades.
Não esqueçamos que, quando o ano recomeça, recomeçam também as cobranças de antigas promessas, que não cumprimos. Por exemplo:
Se alguma ofensa nos dói na alma, isso nos indica que é hora de perdoar.
Se temos inimigos a nos espreitar com olhares de ódio, vamos aproveitar o novo ano, e nos reconciliar.
Se o desalento nos invade a mente, vamos realizar bem as nossas obrigações, e asserenar a consciência.
Se o trabalho não tem feito parte de nossas horas, vamos abraçar as obrigações, e semear a próxima colheita.
Se as indecisões nos prendem, é tempo de nos decidirmos pelo melhor.
Não esqueçamos que cada um de nós constrói o próprio destino.
As vicissitudes que nos assaltam, esperam nossas iniciativas para sua solução.
Deus nos permite tantas formas de vencermos nossos desafios. Basta que aproveitemos a nova chance para fazê-lo.
Embora os anos se renovem indefinidamente, nosso tempo na Terra é contado, não sabemos quando termina.
Nossa vontade portanto, deve ser direcionada na solução do problema que nos desafia.
Não há tempo para vacilos nem desânimos, a rotação do tempo se faz mais dinâmica, exigindo ações firmes e rápidas.
Quanto mais complicadas nossas questões, mais precisamos simplificar as nossas vidas.
Jamais desistir de viver. Sempre é tempo de novo recomeço.
Se queremos dar início a uma nova etapa, não esperemos por uma nova encarnação, basta o novo ano que começa.
* * *
Frente às dificuldades que a modernidade nos apresenta, sejamos mais práticos e objetivos.
Frente a árduo reinício, saibamos simplificar nossas vidas.
Dessa forma, teremos mais tempo para o que realmente importa.
Simplicidade em nossa maneira de ser, em nossas moradas, em tudo o que nos rodeia.
A vida traz em si tudo o de que realmente necessitamos. Somos nós que a complicamos.
Simplicidade é valor intrínseco da humildade, uma das maiores virtudes.
Oremos e vigiemos. Trabalhemos, no limite de nossas forças. Busquemos coroar nossos esforços, perseverando sempre.
Comecemos um novo ano, com disposição de nos enriquecermos espiritualmente e venceremos os desafios da vida.
 
Créditos: Redação do Momento Espírita.
Em 30.12.2015.

Nasce Jesus

 

 
 
Filho de um carpinteiro e de uma dona de casa, dos céus, de Deus, nasce o Filho do Homem.
Sua mãe, Maria, O envolve em panos singelos e O coloca em uma manjedoura. A abóboda celeste plenifica-se de estrelas e os mensageiros celestes cantam: Glória a Deus nas alturas, Paz na Terra, Boa vontade para com os homens.
Na simplicidade da estrebaria de Belém nasce Jesus. Nasce pobre, no seio de um povo cativo.
Homenageado por uma conta infinita de estrelas, o Universo e a eternidade lhe embalam o sono.
Cresceu na Galileia, numa cidade considerada das menores e de importância alguma. Aguardou que o tempo se fizesse para o início do Seu messianato.
O Embaixador do Amor nasceu e viveu entre os pobres, entre os desprezados, os humilhados. Estendeu Sua mão àqueles que a sociedade tornava invisíveis: leprosos, deficientes, famintos, viúvas, órfãos.
Pelas estradas que percorreu, cruzou o caminho de todos os homens. Chegou a corações longínquos e a almas distantes, aproximando-as do Pai.
Peregrinou pela Galileia, Judeia, Pereia, chegando às cidades de Tiro e Sidon.
Não entrou para a História. Ele a dividiu: antes dEle, depois dEle.
E, para tal, apenas amou e nos ensinou a amar. Não tomou de espadas, não esteve à frente de exércitos, não liderou batalhas, não destronou reis, não conquistou impérios, não ostentou coroas e cetros.
Meu reino não é deste mundo, afirmou.
Dois mil anos se passaram desde o Seu nascimento. É Natal, é data festiva.
Cerremos os olhos e pensemos nEle. Pensemos no Cristo Jesus e lhe façamos a nossa rogativa:
Nasce Jesus e transforma os nossos corações em manjedouras verdadeiras para Te acolhermos, neste dia e sempre, em Tua paz, em Tua luz.
Nasce Jesus em nossas imperfeições e pensamentos, em nossas mazelas morais, nas chagas de nossas almas, nos recônditos mais profundos de nossas emoções e sentimentos.
Nasce Jesus em nosso egoísmo e nos faz enxergar os Teus pobres, os Teus solitários, os Teus abandonados, como nossos irmãos.
Que a Teu exemplo, lhes distendamos braços de socorro, colo de proteção, palavras de consolo, mãos de doação.
Nasce Jesus em nosso orgulho, quando marginalizamos o perdão, quando esquecemos a prece reparadora, quando não nos comprometemos com a verdade consoladora, por não nos lembrarmos da gratidão.
Nasce Jesus nos orfanatos e asilos, nos sanatórios, nas casas de recuperação, nos hospitais.
Nasce entre os que sofrem preconceito, entre as religiões, em todos os países, tribos, entre orientais e ocidentais.
Entre os encarcerados, ó Mestre, nasce também. Um novo horizonte lhes concede e que seja todo luz, todo recomeço, todo oportunidades, todo bem.
Nasce Jesus. Desperta-nos para o fato de que todo ato tem consequências, de que a Lei de Deus reside na consciência, e de que é percorrendo a estrada da eternidade que chegaremos à almejada felicidade.
*   *   *
O Natal, verdadeiro Natal, ocorre quando o Mestre da Paz nasce na manjedoura de nossos corações e faz morada na intimidade de nossas almas.
 
Redação do Momento Espírita.
Em 21.12.2015.

Natal é vida


 
 
Era noite de Natal, mas ele não podia delegar o trabalho que iria começar dentro de alguns minutos.
Há muitos anos Maurício era voluntário do CVV - Centro de Valorização da Vida. Dedicava-se de todo coração.
Prontificara-se a ouvir os desabafos dos desiludidos da vida, antes que se decidissem pelo suicídio.
Trabalho anônimo. A simples escuta amorosa permite mudar a forma de pensar de muitos que buscam apoio.
Espírito solidário e disponibilidade de pouco mais de quatro horas semanais é um dos requisitos dos voluntários desse extraordinário serviço que iniciou, em nosso país, no ano de 1962.
Também anonimato de quem se dispõe à sua execução e sigilo das conversas. Um verdadeiro trabalho de amor.
Uma surpresa incalculável esperava por Maurício, nesse dia.
Quando o telefone tocou, uma voz clara e alegre se fez ouvir.
Era portadora de reconhecimento a todos os voluntários daquele trabalho.
Hoje estou ligando para agradecer o atendimento que recebi, há alguns meses.
Graças a vocês, estou novamente junto de minha família, e vou poder passar o Natal e o dia de Ano Novo com meus familiares queridos.
Peço a Deus para abençoar a todos os que dedicam suas horas proporcionando tamanha bênção.
Infinita emoção envolveu Maurício, que mal conseguiu falar um muito obrigado, em nome de todos os voluntários.
* *   *
Sempre que chega dezembro, basta dedicarmos um pouco de atenção, para notarmos, que algo muda no ar.
O mês, dedicado à comemoração do nascimento do Mestre Jesus, traz consigo uma atmosfera de emoções especiais.
Demonstração clara de que nossos pensamentos, palavras e ações constroem nosso ambiente.
São as lembranças ricas de amor e carinho, entre familiares próximos e distantes.
São trocas de mensagens de amor, em nome de Jesus.
A aproximação de amigos distantes que se buscam para as comemorações fraternas.
Bazares de prendas que se realizam, em benefício de lares adotivos, creches, asilos.
Festas de confraternização entre trabalhadores de diversos setores.
Distribuição de doces e brinquedos para as crianças carentes.
Visitas aos lares necessitados, para entrega de cestas básicas, guloseimas e brinquedos.
Corais infantis sonorizando com boas músicas lugares privilegiados, nas cidades.
Peças teatrais nas escolas, contemplando passagens da vida de Jesus.
Lares e comércio, em geral, iluminados com coloridos alegres e chamativos.
Visitas queridas, que vêm de longe, trazendo e recebendo alegrias de reencontros.
E muitos agradecimentos especiais plenificam corações bondosos, inesperadamente.
As emoções, as lembranças, os sorrisos, a alegria saudável espoucam em todas as direções.
É Jesus mais próximo de nossos corações.
É Jesus compartilhando pensamentos, palavras e ações.
É Jesus abençoando a Humanidade.
É Jesus causando mudanças na atmosfera dos corações.
Ah! Se os homens resolvessem ter sempre Jesus tão próximo assim, o mundo seria tão mais agradável!
Como seria harmoniosa a Terra se todos os meses fossem dezembro. Se em todos os meses se comemorasse o aniversário do Rei Solar e Governador planetário.
 
Crédito: Redação do Momento Espírita.
Em 23.12.2015.



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